os azuis na pintura de Nuno Gonçalves

dc.contributor.authorMendes, Jose
dc.contributor.authorCruz, Antonio Joao
dc.contributor.authorCandeias, Antonio
dc.contributor.authorMirao, Jose
dc.contributor.editorHenriques da Silva, Raquel
dc.contributor.editorBarreiros, Maria Helena
dc.contributor.editorFlor, Pedro
dc.date.accessioned2013-01-21T11:19:23Z
dc.date.available2013-01-21T11:19:23Z
dc.date.issued2012-11
dc.description.abstractDe acordo com o estudo laboratorial publicado em 1974, os pigmentos azuis utilizados por Nuno Gonçalves, a avaliar pelos resultados obtidos para o painel dos Cavaleiros, limitavam-se à azurite – provavelmente o pigmento azul mais frequente na pintura europeia do século XV. Esta também foi a conclusão obtida a respeito das duas outras pinturas portuguesas de Quatrocentos analisadas na mesma ocasião. Porém, o uso exclusivo da azurite e, portanto, o não uso de azul ultramarino, embora esteja de acordo com a informação mais tardia (1615) de que este não era usado em Portugal devido ao seu elevado custo, não parece coerente com a qualidade e a importância do políptico de São Vicente. Com efeito, o azul ultramarino, preparado a partir de uma pedra semi-preciosa (lápislazúli)proveniente do actual Afeganistão, tinha um preço comparável ao do ouro, era o mais estimado dos pigmentos e o seu emprego em pintura, pelo prestígio que conferia, era indispensável nas obras de maior relevância e indissociável destas. O estudo laboratorial que está a ser realizado sobre as pinturas de Nuno Gonçalves, não apenas as que constituem o políptico de São Vicente, mas também as que integram a série dos Quatro Santos e as que restam dos Martírios de São Vicente, mostra, no entanto, que, além da azurite, Nuno Gonçalves efectivamente utilizou com abundância o azul ultramarino. Tal como se pretende apresentar nesta comunicação, mostra também em que motivos e de que forma foram usados os dois pigmentos azuis (por exemplo, seguindo procedimentos comuns na Flandres), bem como o envolvimento dos pigmentos azuis no que parece ser uma hesitação ocorrida durante a pintura da figura que se repete nos dois painéis centrais do políptico de São Vicente, a qual, além de eventualmente poder estar relacionada com questões iconográficas, pode ser relacionada com a sequência de execução desses dois painéis.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailcandeias@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmirao@uevora.pt
dc.identifier.citationJ.Mendes, A.J. Cruz,A. Candeias e J. Mirão "os azuis na pintura de Nuno Gonçalves" em procedings do IV Congresso de História da Arte Portuguesa, APHA - Associação Portuguesa de Historiadores da Arte, 2012, 10 pppor
dc.identifier.principalpublicationtitleIV Congresso História da Arte Portuguesa
dc.identifier.scientificarea713por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7500
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherAPHA - Associação Portuguesa de Historiadores da Artepor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectNuno Gonçalvespor
dc.subjectpigmentos azuispor
dc.subjectmicroscopia lectrónica de varrimentopor
dc.subjectmicroscopia ópticapor
dc.titleos azuis na pintura de Nuno Gonçalvespor
dc.typearticlepor

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