Algaliação em serviço de urgência: Risco de infecção pela utilização desnecessária

dc.contributor.authorFrias, Ana
dc.contributor.authorCaramujo, Natércia
dc.contributor.authorSantos, Cláudia
dc.contributor.authorMendes, André
dc.date.accessioned2013-07-29T15:22:02Z
dc.date.available2013-07-29T15:22:02Z
dc.date.issued2013-04-19
dc.description.abstractIntrodução: A Infeção do trato urinário (ITU) associada à algaliação é uma das Infeções associadas aos cuidados de saúde com grande impacto para o doente/família e para as instituições (Saint, 2000). O principal fator de risco para esta infeção é a utilização da algália e esta é, por vezes, indispensável na prestação de cuidados ao doente crítico. No entanto é importante saber se este procedimento invasivo é utilizado de acordo com as recomendações. Objetivo: Determinar se existem doentes algaliados desnecessariamente em serviços de urgência. Metodologia: Revisão integrativa utilizando os descritores algaliação desnecessária e serviço de urgência e os operadores boleanos “and” e “or” efectuada uma pesquisa na B-on line, Ebsco, PubMed e Web of Science. Foi delineada a pergunta de pesquisa: “Existem doentes algaliados desnecessariamente em serviços de urgência?”. Foram analisados vários estudos e selecionados oito que responderam à pergunta de partida. Resultados: Os doentes são maioritariamente algaliados na urgência e por conveniência. Muitas vezes utilizada sem avaliação detalhada da sua necessidade real. A opinião dos profissionais para a elevada incidência de ITU em doentes algaliados na urgência prende-se com o tempo disponível para o procedimento refletindo um comprometimento da assepsia durante a inserção. No estudo realizado com mulheres idosas em urgência concluiu que estas têm maior risco de serem algaliadas sem indicação. A incontinência é apontada como motivo para Algaliação e os doentes mais susceptíveis são os portadores de demência e incontinência urinária e a algália permanece por ausência de indicação para remoção do cateter. É apontada uma variação elevada de algaliações evitáveis, de 24% a 66% não havendo uma concordância de resultados, mas aponta-se para um problema mais acentuado nas pessoas mais idosas. Conclusão: Existem doentes algaliados desnecessariamente nos serviços de urgência, evidencia-se a escassez de resultados nesta área permitindo um crescimento desta prática errónea.por
dc.identifier.authoremailanafrias@uevora.pt
dc.identifier.authoremailncaramujo@hevora.min-saude.pt
dc.identifier.authoremailcmendes@hevora.min-saude.pt
dc.identifier.authoremailafmendes@hevora.min-saude.pt
dc.identifier.citationFrias, A., Caramujo, N., Santos, C. & Mendes, A. (2013). Algaliação em serviço de urgência: Risco de infecção pela utilização desnecessária. I Jornadas de Urgência do Hospital José Joaquim Fernandes. Bejapor
dc.identifier.scientificarea745por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8636
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withpostersimpor
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectInfeção Urináriapor
dc.subjectalgaliaçãopor
dc.subjectEnfermeiropor
dc.subjectserviço de urgênciapor
dc.titleAlgaliação em serviço de urgência: Risco de infecção pela utilização desnecessáriapor
dc.typelecturepor
degois.publication.locationBejapor
degois.publication.titleI Jornadas de enfermagem de Urgência do Hospital José Joaquim Fernandespor

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