Chondricthyes do Miocénico da Bacia de Alvalade
| dc.contributor.author | Balbino, Ausenda | |
| dc.contributor.editor | Academia das Ciências de Lisboa | |
| dc.date.accessioned | 2024-02-06T09:40:20Z | |
| dc.date.available | 2024-02-06T09:40:20Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | As jazidas de Santa Margarida,Esbarrondadoiro e Vale de Zebro, da Formação de Esbarrondadoiro(Miocénico terminal), (Fig. 2) da Bacia de Alvalade – Portugal (Fig.1), proporcionaram, em tempo, a recolha de cerca de 10.000 dentes de seláceos, em associação bastante rica. Foram identificados e descritos quarenta e cinco táxones pertencentes às ordens Hexanchiformes, Squaliformes, Lamniformes, Carcharhiniformes, Torpediniformes e Myliobatiformes. Os Carcharhiniformes representam cerca de 40% dos táxones identificados. Estão representadas asfamílias Scyliorhinidae, Triakidae, Hemigaleidae, Carcharhinidae e Sphyrnidae, com quinze espécies. A repartição diferente dos Carcharhiniformes, assim como a das outras ordens, nas três jazidas aponta para áreas com características paleoambientais distintas: Esbarrondadoiro indica meio relativamente mais profundo e águas pouco agitadas; Santa Margarida corresponde a uma área litoral e a mar agitado; Vale de Zebro, a parte interior de um golfo com fundos vasosos. Verificam-se ausências de formas estenotérmicas termófilas, antes comuns, algumas abundantes. A quase ausência de Galeocerdo vai no mesmo sentido. Corrobora a interpretação, a falta na Bacia de Alvalade de restos dos crocodilos termófilos, comuns até o início do Miocénico médio e ainda representados no Tortoniano de Lisboa. Há elementos predominantemente “temperados” em Alvalade, frequentes na actualidade, enquanto a frequência de Carcharhinus aponta para águas algo mais quentes do que as dos nossos dias, embora menos do que em tempos do Tortoniano. Isto é atestado pela abundância e variedade das espécies de Dasyatis e a raridade de Raja. Predominavam no final do Miocénico e na Bacia de Alvalade águas moderadamente quentes, menos do que no Tortoniano, mais do que na actualidade. A escassez de fauna pelágica e dos maiores predadores pelágicos permite afirmar estarmos perante um golfo relativamente estreito e não de uma fachada atlântica aberta. A diferença de faunas entre o Tortoniano de Lisboa e o Messiniano de Alvalade apontam no mesmo sentido: meio confinado em Alvalade, contrastando com situação de mar aberto no Tortoniano de Lisboa (Fig. 3) | por |
| dc.identifier.authoremail | acaceres@uevora.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 247 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/36249 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Chondrichthyes, | por |
| dc.subject | Seláceos | por |
| dc.subject | Bacia de Alvalade, | por |
| dc.subject | Portugal, | por |
| dc.subject | Miocénico terminal | por |
| dc.title | Chondricthyes do Miocénico da Bacia de Alvalade | por |
| dc.type | article | por |
| degois.publication.location | Lisboa | por |
| degois.publication.title | Academia das Ciências de Lisboa | por |
| degois.publication.volume | TOMO XLVI | por |