Guia de campo do Curso de Primavera 2018 - A febre do ouro

dc.contributor.authorARAÚJO, António
dc.contributor.authorSÃO PEDRO, Diogo
dc.contributor.authorPEDRO, Jorge
dc.contributor.authorMAIA, Miguel
dc.contributor.authorMoreira, Noel
dc.contributor.authorMENDES, Pedro
dc.contributor.authorNOGUEIRA, Pedro
dc.date.accessioned2020-02-20T09:38:16Z
dc.date.available2020-02-20T09:38:16Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractNo âmbito do já habitual Curso de Primavera realizado pelo projeto ZOM3D: Modelos Metalogénicos 3D da Zona de Ossa-Morena, em parceria com o Núcleo de Estudantes de Geociências da Universidade de Évora (GeoUE) e o Centro de Ciência Viva de Estremoz realiza-se nos dias 27, 28 e 29 a edição 2018 do Curso de Primavera, este ano sob o mote “A Febre do Ouro”. Neste sentido, e indo ao encontro dos objetivos e áreas de estudo do projeto ZOM3D vamos fazer um passeio geológico por um dos importantes setores tectono-estratigráficos da Zona de Ossa-Morena, o sector Montemor-Ficalho (Oliveira et al., 1991), mostrando algumas das principais características estruturais, metalogénicas e paisagísticas deste setor em plena paisagem alentejana de montado. Tendo em conta as suas características metalogénicas, este sector foi em 1971 definido por Goinhas como a faixa Magnetítico-Zincífera da ZOM, uma vez que nela se localizam importantes jazigos minerais de ferro, zinco e chumbo, tais como as minas de ferro de Montemor-o-Novo (Complexo mineiro de Monfurado, Santiago do Escoural); Vila Ruiva; Preguiça; Orada; Azenhas entre outros. Atualmente não existe qualquer tipo de exploração neste setor da ZOM, no entanto, estas explorações mineiras apresentaram uma importância económica e social no desenvolvimento das regiões do interior alentejano, tendo desempenhado um papel fundamental entre meado do século XIX e meados do século XX. O interesse pelo setor que vamos visitar neste curso tem, no entanto aumentado, não pelo seu potencial em Fe e Zn-Pb mas sim pelo seu potencial em metais considerados como estratégicos nas políticas atuais da União Europeia, exemplo disso é a presença de jazigos de ouro. Nos últimos anos os trabalhos desenvolvidos por empresas de prospeção no setor de Montemor-o-Novo demonstraram que esta área apresenta um elevado potencial para exploração deste elemento, tendo sido definidas reservas significativas deste metal. Nas saídas a realizar durante o Curso pretende-se mostrar algumas das unidades litológicas e condições metalogénicas nas quais ocorrem este tipo de mineralizações, mostrando algumas das antigas explorações e incentivando o contacto direto com mineralizações de diferentes tipos. Como não poderia deixar de ser, e sendo este um curso da “Febre do Ouro”, serão realizadas atividades de bateia com diferentes métodos, nas ribeiras que circulam e aglomeram algum do ouro do setor de Montemor-o-Novo.por
dc.identifier.authorbooknaopor
dc.identifier.authoremailaaraujo@uevora.pt
dc.identifier.authoremaildiogo_rm_sp@hotmail.com
dc.identifier.authoremailjpedro@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmcmaiageo@gmail.com
dc.identifier.authoremailnafm@uevora.pt
dc.identifier.authoremailpedromendes2@gmail.com
dc.identifier.authoremailpmn@uevora.pt
dc.identifier.editorbooknaopor
dc.identifier.numpag26
dc.identifier.scientificarea250por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/27102
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectZona de Ossa-Morenapor
dc.subjectCartografiapor
dc.subjectEscouralpor
dc.subjectOuropor
dc.titleGuia de campo do Curso de Primavera 2018 - A febre do ouropor
dc.typebookpor

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