Distribuição dos rios temporários em Portugal Continental
| dc.contributor.author | MORAIS, M. | |
| dc.contributor.author | Oliveira, Manuela | |
| dc.contributor.author | PEDRO, A. | |
| dc.contributor.author | ROSADO, J. | |
| dc.contributor.author | SILVA, H. | |
| dc.contributor.author | SERAFIM, A. | |
| dc.date.accessioned | 2012-01-18T11:11:23Z | |
| dc.date.available | 2012-01-18T11:11:23Z | |
| dc.date.issued | 2011 | |
| dc.description.abstract | Portugal situa-se a ocidente da Península Ibérica, (6º W e 10º W; 37º N e 42º N). É limitado a Norte e a Este por Espanha e a Ocidente e a Sul pelo Oceano Atlântico. Ocupa uma área de 89 300 km2, apresentando forma aproximadamente rectangular (560 x220 km). 0 clima de Portugal conjuga características atlânticas e mediterrânicas. A influência atlântica sente-se a Norte e é responsável por precipitações mais elevadas e pela atenuação dos efeitos dos ventos secos e frios provenientes do interior da Península Ibérica. A influência mediterrânica atinge a região sul que se estende até à margem esquerda do rio Tejo e se caracteriza por apresentar elevadas temperaturas do ar e reduzida precipitação distribuída irregularmente ao longo do ano. A precipitação concentra-se no período de Outubro a Abril; os meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro são secos (precipitação inferior a 30mm); Maio é de transição. A agravar esta situação, na região sul, assiste-se a uma grande variabilidade inter-anual. Nas regiões de características mediterrânicas os ecossistemas apresentam maior vulnerabilidade. A ausência de precipitação durante os meses mais quentes do ano conduz à interrupção do caudal superficial. Assiste-se a uma diminuição dos padrões de qualidade devido à ausência de água corrente, encontrando-se os rios no máximo da sua vulnerabilidade. Em épocas opostas no ano, a ocorrência de enxurradas, com origem precipitações, tem como consequência a exportação dos materiais acumulados que se depositam em reservatórios situados a jusante. O ciclo de seca e enxurrada constitui um factor determinante na estrutura e funcionamento dos rios. Estas condições particulares requerem práticas adaptadas à especificidade hidrológica (ex. agricultura, industria) onde a disponibilidade da água é reduzida e o processo natural de evapotranspiração conduz a uma baixa capacidade de diluição, resultando numa deterioração da qualidade da água com eliminação das comunidades biológicas. Neste sentido e dada a representatividade dos rios temporários em Portugal, neste trabalho apresenta-se um mapa com a distribuição dos rios temporários à escala nacional, organizados em três níveis de temporalidade. Para tal foram analisados um total de 449 estações hidrométricas, no que respeita às variáveis: escoamento, caudal, nível da água; dias do ano sem caudal, que constam no site do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH). A série temporal analisada varia de estação para estação, contudo a série mais longa inicia-se em 1900 e termina em 2010. O resultado analisado foi tratado por Sistema de Informação Geográfica (SIG), resultando numa carta que denominamos por “Rios temporários em Portugal”. Com base na carta produzida, é possível identificar por rio a temporalidade da água superficial presente, que se traduz em disponibilidade anual de água. A análise apresentada identifica constrangimentos hídricos, essenciais para uma correcta avaliação das massas de água no contexto da Directiva Quadro da Água (DQA - Directiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho), ao mesmo tempo que representa uma ferramenta de caracterização essencial para a implementação de medidas e estratégias de conservação e preservação com vista a prevenir a deterioração das massas de águas | por |
| dc.identifier.authoremail | mmrais@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | mmoliveira@netcabo.pt | |
| dc.identifier.authoremail | anapedro@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | jrosado@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | hsilva@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | aserafim@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | MORAIS M., M. OLIVEIRA, A. PEDRO, J. ROSADO, H. SILVA, A. SERAFIM, 2011 - Distribuição dos rios temporários em Portugal Continental. XIV Encontro da Rede Luso Brasileiro de Estudos Ambientais 12 - 17 de Setembro de 2011 Cidade do Recife, Brasil. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 221 | por |
| dc.identifier.sharewith | Centro de Geofísica de Évora (CGE) | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/3741 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | sim | por |
| dc.identifier.withposter | nao | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | Distribuição dos rios temporários em Portugal Continental | por |
| dc.type | lecture | por |
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