AUXILIARES DE ACÇÃO EDUCATIVA E SOCORRISMO: UMA COMBINAÇÃO FORMATIVA
| dc.contributor.author | Bonito, Jorge | |
| dc.contributor.editor | Bonito, Jorge | |
| dc.date.accessioned | 2013-01-21T17:14:10Z | |
| dc.date.available | 2013-01-21T17:14:10Z | |
| dc.date.issued | 2009 | |
| dc.description.abstract | O ano lectivo de 1998-1999 ficou marcado, no âmbito da organização escolar, pela implementação de um novo regime de autonomia, administração e gestão das escolas de educação e ensino não-superior. Este novo modelo organizativo convoca toda a comunidade escolar para a construção, execução e avaliação do projecto educativo, e reclama uma particular atenção da organização e desenvolvimento de processos formativos dos diversos intervenientes e, de um modo especial, do pessoal não docente. De entre os 5 temas de formação inicial para o ingresso na carreira de assistente de acção educativa, e para a reconversão profissional de auxiliares de acção educativa, a «Escola promotora de saúde» surge num enquadramento de equilíbrio que preenche 15% do total da formação. Este tema D encontra-se dividido em 3 sub-temas: D1 - Higiene, prevenção e segurança; D2 - Socorrismo; e D3 - Educação alimentar. Relativamente às metodologias a empregar, é referido que «a formação inicial, qualquer que seja a sua modalidade, deve contemplar metodologias diferenciadas que promovam a aprendizagem de saberes adequados às exigências das diferentes funções, valorizando as experiências sentidas e vividas, e que favoreçam práticas de análise e de envolvimento construtivo com o meio». No que se refere ao referencial de competências básicas após a formação inicial, no sub-tema D2 o formando deve atingir os objectivos seguintes: i) Definir o conceito de socorro; ii) Distinguir entre as actividades de socorrista, enfermeiro e médico; iii) Accionar mecanismos de socorro e de alerta; iv) Caracterizar vários tipos de acidentes em meio escolar; v) Avaliar a situação da vítima através de diagnóstico; e vi) Utilizar técnicas gerais de primeiros socorros. Neste contexto, os Ministros da Educação, do Ambiente e do Ordenamento do Território, e da Reforma do Estado e da Administração Pública assinaram em 26 de Março de 2002 o Regulamento da Formação Inicial, Contínua e Especializada do Pessoal não Docente dos Estabelecimentos da Educação e Ensino não Superior . E na continuidade do trabalho que vinha a ser realizado, os centros de formação de associação de escolas são considerados como entidades formadoras competentes. | por |
| dc.identifier.authoremail | jbonito@uevora.pt | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-95539-3-4 | |
| dc.identifier.location | Évora | |
| dc.identifier.numpag | 361-375 | |
| dc.identifier.scientificarea | 229 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/7563 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Auxiliares de ação educativa | por |
| dc.subject | socorrismo | por |
| dc.subject | formação | por |
| dc.title | AUXILIARES DE ACÇÃO EDUCATIVA E SOCORRISMO: UMA COMBINAÇÃO FORMATIVA | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 361 | por |
| degois.publication.issue | 1.ª | por |
| degois.publication.lastPage | 375 | por |
| degois.publication.location | Évora | por |
| degois.publication.title | Educação para a Saúde no Século XXI – Teorias, Modelos e Práticas | por |