Estudos sobre actividade biológica de algumas plantas aromáticas de uso comum no Alentejo

dc.contributor.authorMartins, M. Rosário
dc.contributor.authorAlmeida, A. S.
dc.contributor.authorTinoco, M. Teresa
dc.contributor.authorCruz-Morais, J.
dc.contributor.editorVanaclocha, Bernat
dc.contributor.editorFolcará, Salvador
dc.date.accessioned2012-12-06T12:15:13Z
dc.date.available2012-12-06T12:15:13Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractA hortelã-comum (Mentha spicata L.), o alecrim (Rosmarinus officinalis L.) e o funcho (Foeniculum vulgare Miller) são plantas usualmente utilizadas no Alentejo no tratamento de perturbações digestivas ligeiras, infecções do sistema respiratório e problemas circulatórios e reumatismais. O material vegetal foi colhido no distrito de Évora, na Primavera de 2008, e os óleos essenciais foram extraídos das suas partes aéreas, por hidrodestilação, num aparelho tipo Clevenger. As respectivas composições químicas foram determinadas por GC-FID. Neste estudo, avaliaram-se as actividades antioxidante e antimicrobiana dos óleos essenciais obtidos. A determinação da actividade antioxidante foi efectuada pelos métodos do DPPH e do sistema β-caroteno/ácido linoleico. Todos os óleos revelaram actividade antioxidante. Os valores obtidos pelo método do DPPH foram os mais elevados, o que sugere que a actividade destes óleos depende essencialmente da capacidade de captação de radicais livres. A actividade antimicrobiana foi avaliada contra bactérias patogénicas e fungos (patogénicos e saprófitas) pelo método de difusão em meio sólido. O óleo essencial da hortelã mostrou-se activo contra as estirpes de Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Candida albicans, Aspergillus niger e Fusarium oxysporum (valores de CMI 0.25–0.75mg/mL). O óleo essencial do alecrim apenas apresentou actividade contra as estirpes de E.coli e de C.albicans (valores de CMI 0.5–1.0 mg/mL), enquanto que o óleo essencial do funcho mostrou actividade contra as estirpes de E. coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis, Pseudomonas aeruginosa, Salmonella enteritidis, S. aureus, A.niger e F.oxysporum (valores de CMI 0.25–0.75mg/mL). Face às potencialidades demonstradas por estas plantas aromáticas, prosseguimos estudos tendo em vista esclarecer a correlação entre os componentes de cada óleo essencial e as actividades biológicas observadas.por
dc.identifier.authoremailmrm@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailmtft@uevora.pt
dc.identifier.authoremailcmorais@uevora.pt
dc.identifier.citationMartins, MR., Almeida, AS., Tinoco, MT., Cruz-Morais, J. (2009). Estudo da actividade biológica de plantas aromáticas da região Alentejo. Revista de Fitoterapia, 9 (S1): 95.por
dc.identifier.issn1576-0952
dc.identifier.revistaRevista de Fitoterapia
dc.identifier.scientificarea240por
dc.identifier.sharewithICAAM, CQEpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/6527
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedad Española de Fitoterapia e Sociedade Portuguesa de Fitoterapia e Fitoquímicapor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectMentha spicatapor
dc.subjectRosmarinus officinalispor
dc.subjectFoeniculum vulgarepor
dc.titleEstudos sobre actividade biológica de algumas plantas aromáticas de uso comum no Alentejopor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage95por
degois.publication.titleRevista de Fitoterapiapor
degois.publication.volume9 (S1)por

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