A rede escolar no Concelho de Odemira: Propostas de intervenção
| dc.contributor.advisor | Ramos, Francisco | |
| dc.contributor.author | Machado, Cidália Maria de Oliveira | |
| dc.date.accessioned | 2015-09-01T13:27:40Z | |
| dc.date.available | 2015-09-01T13:27:40Z | |
| dc.date.issued | 2003-05 | |
| dc.description.abstract | Introdução - A Rede Escolar como tema de estudo neste trabalho pretende através da investigação, fazer o diagnóstico da situação presente, enquadrando-a tanto quanto possível, no todo social de que faz parte, contribuindo assim para um conhecimento mais fundamentado da realidade social e escolar do concelho de Odemira. A escolha do tema de estudo teve um carácter eminentemente prático e julgo, pertinente. A realidade do contacto profissional com a questão e a subjacente perspectiva da experiência resultante do apuramento dos problemas locais, bem como a realização e participação em projectos de desenvolvimento social, a discussão das pertinências e testemunho dos parceiros técnicos, circunscreveram como ponto fulcral de abordagem urgente a questão da Educação e a organização de um plano integrado de acção a médio prazo nesta área, para o desenvolvimento sustentável do maior concelho do país em extensão geográfica. Partindo de uma perspectiva mais lata de abordagem do problema, no quadro da Europa, temos Portugal, o país que ainda é considerado corno em vias de desenvolvimento com os índices mais baixos de todos os nossos concidadãos europeus. O leque de indicadores que assim classifica um pais no ranking mundial permitiu-lhe, apesar dos seus índices limiares, pertencer ao ``Clube da Europa", fornecendo-lhe referências e parceiros fortes para que se ultrapasse a meta. Em todos os domínios os indicadores de bem-estar populacional, cora os valores que atinge permitiria-lhe ser em tudo igual aos seus congéneres e ser considerado um país desenvolvido. Não fosse o índice de escolarização, o único patamar que Portugal ainda não conseguiu atingir e que o classifica como pais em vias de desenvolvimento. A fatia da população sem o ensino básico, ou seja aquela que abandonou a escola antes de tempo ê presentemente de cerca de 62% do total da população. No nosso país a escolaridade obrigatória é de 9 anos e de 12 para os restantes países da comunidade. A população escolarizada só com o 1° ciclo era em 2001 de cerca de 35% do total do seu contigente, sendo que 9% dos portugueses são analfabetos. Num período de dez anos em que houve investimentos na Educação, este valor só desceu 2 valores percentuais pois era de 11% nos Censos de 1991. A necessidade de conhecimentos na sociedade da informação em que actualmente vivemos, tornou-se factor de riqueza pessoal e colectiva, mas está a deixar de fera uma quantia significativa de cidadãos e a criar uma nova forma de exclusão social. A capacidade de competitividade é determinante para a sobrevivência, as cïrcunstáncias civilizacionais alteraram-se e a aquisição de competências passou para um outro nível que exige uma diversidade de novas técnicas e tecnologias, a qualificação profissional é actualmente o suporte da competitividade económica, um dos três pilares da Comunidade Europeia para a coesão económica e social, para além da cooperação e da solidariedade. O país ene questão desde 1986 membro beneficiário dos investimentos da Comunidade Económica Europeia concentra um elevado número de indicadores com valores chie traduzem o baixo nível de vida e outros que revelara a imensidade de problemas de que padece o nosso pais. Quando visualizados graficamente, os mapas europeus de distribuição dos índices de desenvolvimento humano', numa graduação de cores aparecem persistentemente com uma mancha branca a interromper a colorida linha do litoral europeu, na região a que corresponde o concelho de Odemira. Daqui fica a imagem de que esta ê efectivamente a região menos desenvolvida do contexto europeu, a interioridade que flagela outras regiões manifesta-se aqui junto ao litoral, que é simultaneamente Parque Natural, albergando um dos mais belos e naturais troços de costa. O facto de o desenvolvimento ser indiciado por números que traduzem o bens estar da população, e para alem destes se constituírem como o instrumento de trabalho que temos, esta questão e competição em números, traduz na verdade a qualidade de vida e perspectivas de fraturo da população que os vivência. Numa perspectiva de sustentabilidade, que é a quimera do Desenvolvimento, este passaria pela utilização sinergética dos recursos para prover a segurança, a satisfação das necessidades fisiológicas e sociais do ser humano enquanto animal, mas também as necessidades culturais, enquanto ser intelectual e espiritual. | por |
| dc.identifier.authoremail | teses@bib.uevora.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 687 | por |
| dc.identifier.sharewith | dep. C.S. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/15549 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Rede escolar | por |
| dc.subject | Concelho de Odemira (Portugal) | por |
| dc.title | A rede escolar no Concelho de Odemira: Propostas de intervenção | por |
| dc.type | masterThesis |
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