Antiassistencialismo
| dc.contributor.author | Abreu, Laurinda | |
| dc.contributor.editor | José Eduardo Franco | |
| dc.date.accessioned | 2020-02-14T12:19:11Z | |
| dc.date.available | 2020-02-14T12:19:11Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.description.abstract | O antiassistencialismo repousa na assunção de que a coesão social é uma obrigação do Estado, a quem cabe a responsabilidade pela proteção dos mais desfavorecidos. O imperativo do Estado como redutor da incerteza foi pela primeira vez formulado por Hobbes, no século XVII, depois desenvolvido pelos iluministas, triunfando sob a forma de uma nova doutrina social com a Revolução Francesa. De acordo com Pierre Rosanvallon, a revolução esforçou-se por articular o princípio da solidariedade – segundo o qual a sociedade tem uma dívida para com os seus membros – com o da responsabilidade individual. Neste binómio, a assistência social impôs-se como um direito, consignado nas condições que devem garantir a dignidade do ser humano ao nível da habitação, alimentação, cuidados de saúde e instrução, mas a que estão agregados deveres, nomeadamente o do bom uso dos recursos públicos. Exige a prévia avaliação da situação dos necessitados e preocupa-se em conhecer o impacto das medidas tomadas. No limite, a assistência social nasce antiassistencialista. | por |
| dc.identifier.authoremail | laurinda.abreu@mail.telepac.pt | |
| dc.identifier.citation | Dicionário dos Antis. A cultura portuguesa em negativo, José Eduardo Franco (ed.), vol. 1,2018, Lisboa, Imprensa Nacional, pp. 139-141. | por |
| dc.identifier.isbn | 9789722727167 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/26972 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Imprensa Nacional | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Assistência | por |
| dc.subject | Estado | por |
| dc.subject | Saúde Pública | por |
| dc.subject | Reformas Sociais | por |
| dc.subject | Misericórdias | por |
| dc.title | Antiassistencialismo | por |
| dc.type | bookPart | por |