O uso do poliaspartato de potássio na estabilização tartárica de vinhos

dc.contributor.advisorCabrita, Maria João Pires de Bastos
dc.contributor.authorRosa, Inês Feitinha Severino da Silva e
dc.date.accessioned2020-01-02T11:45:11Z
dc.date.available2020-01-02T11:45:11Z
dc.date.issued2019-11-29
dc.description.abstractA instabilidade tartárica em vinhos brancos ainda é uma preocupação em enologia, existindo várias técnicas para prevenir este problema associado à precipitação dos sais do ácido tartárico. Para além da mais usual, através da utilização do frio, podem ser utilizados aditivos que inibem o processo de formação dos cristais responsáveis pela instabilidade. Com o presente estudo, pretende-se testar um novo aditivo estabilizante, recentemente autorizado, designado por poliaspartato de potássio, na inibição da precipitação dos cristais de ácido tartárico nos vinhos, e comparar a sua eficiência com a de outros métodos de estabilização tartárica disponíveis. Para tal, estabilizaram-se tartaricamente vinhos brancos através do frio e pela adição de manoproteína, ácido metatartárico e poliaspartato de potássio. A estabilidade tartárica foi determinada pelo teste do mini contacto, antes e após a realização dos tratamentos de estabilização tartárica, de forma a avaliar e a comparar a eficácia dos diferentes métodos de estabilização utilizados. Por outro lado, a estabilidade tartárica ao longo do tempo, foi também avaliada nas amostras de vinho tratadas com poliaspartato de potássio; The use of potassium polyaspartate in the tartaric stabilization of wines Abstract: The tartaric instability in white wines is still a problem in oenology, and various techniques exist to prevent this problem associated with the precipitation of tartaric acid’s salts. Besides the most common, by using cold, additives can be used to inhibit the process of formation of the crystals responsible for the instability. With this study, the aim is to test a new stabilizing additive recently authorized, called potassium polyaspartate, on the inhibition of tartaric acid crystals precipitation in wines, and compare its efficiency with that of other available methods for tartaric stabilization. To this end, white wines were tartarically stabilized by cold and, by adding a mannoprotein, metatartaric acid, and potassium polyaspartate. The tartaric stability was determined by the mini contact test, before and after doing the tartaric stabilization treatments, in order to evaluate and compare the efficacy of the different used methods for stabilization. On the other hand, the tartaric stability over time was also evaluated in the wine samples treated with potassium polyaspartate.por
dc.identifier.authoremailines.rosa@hotmail.com
dc.identifier.scientificarea215por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Fitotecniapor
dc.identifier.tid202335968por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/26199
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectVinhopor
dc.subjectEstabilização tartáricapor
dc.subjectPoliaspartato de potássiopor
dc.subjectManoproteínaspor
dc.subjectÁcido metatartáricopor
dc.subjectEstabilização a friopor
dc.subjectWinepor
dc.subjectTartaric stabilizationpor
dc.subjectPotassium polyaspartatepor
dc.subjectMannoproteinspor
dc.subjectMetatartaric acidpor
dc.subjectCold stabilizationpor
dc.titleO uso do poliaspartato de potássio na estabilização tartárica de vinhospor
dc.typemasterThesis
thesis.degree.nameDissertação de mestrado - Viticultura e Enologiapor

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