Saúde pública nas Constituintes (1821-1822): ruturas e continuidades
| dc.contributor.author | Abreu, Laurinda | |
| dc.date.accessioned | 2017-04-11T14:24:45Z | |
| dc.date.available | 2017-04-11T14:24:45Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.date.updated | 2017-03-26T15:18:56Z | |
| dc.description.abstract | Saúde pública nas Constituintes (1821-1822): ruturas e continuidades. Assinada em 23 de setembro de 1822, a Constituição da Nação Portuguesa determinava que a “conservação, fundação e aumento” das instituições assistenciais ficaria sob responsabilidade das Cortes e do Governo, com exceção das tuteladas pelas câmaras, entidades a quem competiria promover a saúde pública. A formulação do texto da Constituição assinalava o fracasso da Comissão de Saúde Pública, que não conseguia ver aprovadas as suas ideias reformistas, mormente a do controlo municipal da assistência e da saúde. Para trás ficava mais de ano e meio de debates e um considerável número de petições, discutidas nas Cortes ou apenas analisadas pela Comissão. É sobre este universo que se debruça o presente texto, que se propõe questionar as ideias apresentadas como revolucionárias pelos liberais no âmbito da saúde pública à luz das experiências vividas nas décadas anteriores. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Abreu, Laurinda. Saúde pública nas Constituintes (1821-1822): ruturas e continuidades, Análise Social , 222, LII (1º), 6-38, 2017. | por |
| dc.identifier.issn | 2182-2999 | |
| dc.identifier.scientificarea | 703 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20934 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Saúde Pública | por |
| dc.subject | Liberalismo | por |
| dc.subject | Constituintes | por |
| dc.title | Saúde pública nas Constituintes (1821-1822): ruturas e continuidades | por |
| dc.type | article | por |