O repertório de alergénios do ácaro Dermatophagoides pteronyssinus para o cão – Sensibilização a quê? Imunoterapia (específica) para o quê?

dc.contributor.authorMartins, Luís
dc.contributor.authorMarques, Andreia
dc.contributor.authorPereira, Luísa
dc.contributor.authorSemião-Santos, Saul
dc.contributor.authorMalaman, Maria
dc.contributor.authorBento, Ofélia
dc.contributor.editorKarla, Arruda
dc.date.accessioned2014-01-24T10:17:55Z
dc.date.available2014-01-24T10:17:55Z
dc.date.issued2013-12-03
dc.description.abstractObjetivo: Identificar os repertórios alergénicos mais relevantes para o ácaro Dermatophagoides pteronyssinus (Der p) em cão, de forma a permitir importantes inovações em termos de opções imunoterápicas dirigidas, com ganho de eficácia. Métodos: Da consulta externa de dermatologia e alergia dos Hospitais Veterinários da Universidade de Évora e da Fundação Rof Codina (Lugo, Espanha) selecionaram-se 20 cães, maioritariamente indoor e com sintomatologia perenal, alérgicos aos ácaros e sensibilizados a Der p, por testes intradérmicos (Bial Aristegi, Bilbao, Espanha) e doseamento das IgE específicas (Univet, Barcelona, Espanha). Preparou-se o extrato solúvel de Der p (Allergon, Angelholm, Suécia) em água bi-destilada. A separação proteica foi realizada por isoeletrofocalização (IEF) em gradiente de pH 4-6,5 e por SDS PAGE a 12%, uni- (1D) e bidimensional (2D). As proteínas separadas foram transferidas para membranas de PVDF, sobre as quais se realizaram os imunoblots, tendo as IgE específicas séricas sido reveladas por anti-IgE canina policlonal, conjugada com peroxidase, e monoclonal, conjugada com biotina. Resultados: Da IEF identificaram-se 11 alergénios (pI 5,4, 5,5, 5,6, 5,7, 5,9, 6,2, 6,3, 6,5, 6,6, 6,7 e 6,8), bem como da SDS PAGE 1D (PM 13,5, 23,5, 28,5, 32,5, 35,5, 37, 47,5, 58, 70, 110 e 210-220 kDa), 6 dos quais major. A maioria dos indivíduos apresentou espetrotipos complexos. Da SDS PAGE 2D identificaram-se 24 regiões/spots alergénicas, de pI <4,6 a >6,9 e de PM 13,5 a 210-220 kDa. Conclusões: Observaram-se várias semelhanças entre os alergogramas canino e humano. Após imunoterapia específica, clinicamente bem-sucedida, um indivíduo complexou o espetrotipo, sugerindo ausência de correlação absoluta entre sensibilização e alergia.por
dc.identifier.authoremaillmlm@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailsaulix@gmail.com
dc.identifier.authoremailmfmalaman@hotmail.com
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dc.identifier.citationBraz J Allergy Immunol, 1(2):103.por
dc.identifier.issn2318-5015
dc.identifier.scientificarea382por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/9966
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherBrazilian Journal of Allergy and Immunologypor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAlergiapor
dc.subjectAtopiapor
dc.subjectIgEpor
dc.subjectDermatitepor
dc.subjectImunoterapiapor
dc.subjectAlergéniospor
dc.subjectÁcarospor
dc.titleO repertório de alergénios do ácaro Dermatophagoides pteronyssinus para o cão – Sensibilização a quê? Imunoterapia (específica) para o quê?por
dc.typearticlepor

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