O papel do movimento associativo de antigos combatentes no volver do 25 de abril de 1974

dc.contributor.authorSilva, Sara
dc.contributor.authorBaltazar, Maria da Saudade
dc.contributor.authorRomão, Ana
dc.contributor.editorRocha, Jorge Silva
dc.date.accessioned2026-01-19T22:20:07Z
dc.date.available2026-01-19T22:20:07Z
dc.date.issued2024-11
dc.description.abstractO envolvimento de Portugal nas guerras do século XX, ficou marcado pela sua participação na I Guerra Mundial (1914-1918), pelo impacto significativo ao nível económico, político e principalmente, dadas as consequências sociais para os jovens que nela participaram. O movimento associativo que daí derivou manifestou-se praticamente em todos os países beligerantes, com destaque para os casos dos EUA - American Legion (1919) e da França - Fédération Interalliée des Anciens Combattants (FIDAC) (1920). Portugal seguiria de perto estas tendências, com a fundação em 1921 da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. Mais tarde, com o fim da Guerra de África e no contexto de democratização pós-25 de abril, as associações ganham crescente protagonismo enquanto sujeitos de ação pelo reconhecimento dos direitos dos combatentes, com notável importância na definição das políticas públicas dirigidas aos combatentes e aos deficientes militares. A presente proposta de trabalho tem como objetivo refletir, numa perspetiva sociológica, sobre a génese e o papel do movimento associativo dos antigos combatentes no pós-Guerra de África em Portugal e o seu impacto na qualidade de vida destes militares, assim como das suas famílias. Para a realização desta pesquisa, adotámos uma metodologia qualitativa, suportada numa pesquisa bibliográfica e documental. Foi mobilizada a recolha e análise documental, de artigos de imprensa e de documentos produzidos pelo Ministério da Defesa Nacional e Associações de Antigos Combatentes. Os principais resultados mostram os contributos do associativismo dos antigos combatentes, na defesa dos seus direitos e dos seus familiares, mostrando-se evidente o papel deste movimento e das suas reivindicações no âmbito das políticas públicas. Apesar da evolução nas medidas de apoio e da ação dos vários atores, os desafios à consolidação das políticas para os antigos combatentes e seus familiares ainda persistem, requerendo diagnósticos atualizados, que permitam agilizar os procedimentos e adaptar os serviços às necessidades, particularmente dos que se encontram mais vulneráveis, em consequência do envelhecimento ou de outras dificuldades.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailbaltazar@uevora.pt
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dc.identifier.citationSilva, S, Baltazar, M.S. & Romão, A. (2024, novembro). O papel do movimento associativo de antigos combatentes no volver do 25 de abril de 1974. Livro de Atas do XXXII Colóquio de História Militar - Guerra de África 1961-1975 - Novas Perspetivas, Lisboa (pp 243 - 263).por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Sociologia e Turismopor
dc.identifier.uri978-989-8593-29-0
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/40528
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherComissão Portuguesa de História Militarpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectMovimento Associativopor
dc.subjectAntigos Combatentespor
dc.subjectPós Guerra de Áfricapor
dc.subjectDemocratizaçãopor
dc.subjectPortugalpor
dc.titleO papel do movimento associativo de antigos combatentes no volver do 25 de abril de 1974por
dc.typearticle

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