Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia
| dc.contributor.author | Canavarro, Ana Paula | |
| dc.contributor.author | Oliveira, Hélia | |
| dc.contributor.author | Menezes, Luis | |
| dc.contributor.editor | Canavarro, Ana Paula | |
| dc.contributor.editor | Santos, Leonor | |
| dc.contributor.editor | Boavida, Ana | |
| dc.contributor.editor | Oliveira, Hélia | |
| dc.contributor.editor | Menezes, Luis | |
| dc.contributor.editor | Carreira, Susana | |
| dc.date.accessioned | 2013-01-31T18:14:08Z | |
| dc.date.available | 2013-01-31T18:14:08Z | |
| dc.date.issued | 2012 | |
| dc.description.abstract | Este estudo foi desenvolvido no âmbito do projeto de investigação P3M, Práticas profissionais dos professores de Matemática. Um dos seus principais objetivos é a proposta de um quadro de referência para a prática de ensino exploratório da Matemática, combinando perspetivas teóricas e a análise da prática de professores experientes que regularmente conduzem aulas de natureza exploratória – neste artigo centramos-nos no caso de Célia, uma professora de 1.º ciclo a lecionar uma turma de 4.º ano. O quadro adota um modelo de quatro fases para a estrutura aula: 1) Introdução da tarefa; 2) Desenvolvimento da tarefa; 3) Discussão da tarefa, e 4) Sistematização das aprendizagens matemáticas. Para cada fase, procuramos descrever as ações que a professora desenvolve com dois principais objetivos: promover a aprendizagem matemática dos alunos e gerir os alunos e a turma. As ações da professora adquirem significado quando entendidas à luz destes dois objetivos, interrelacionados, observando-se que a maioria das ações que executa com o propósito de gestão tem uma enorme importância para conseguir concretizar um ensino exploratório eficaz, na qual os alunos aprendam o que pretende. Sublinha-se também a variedade de papéis que a professora desempenha, destacando a importância da sua condução na fase de sistematização das aprendizagens. O quadro evidencia o carácter multidimensional e relacional do ensino, reconhecidamente complexo no ensino exploratório, sendo as ações da professora, ainda que previstas e planeadas, decorrentes da interpretação que faz do que observa nos alunos no decurso da aula. | por |
| dc.identifier.authoremail | apc@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | o Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P.Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática – Práticas de ensino da Matemática, 255-266. | por |
| dc.identifier.issn | 2182-0023 | |
| dc.identifier.scientificarea | 229 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/8307 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | SPIEM | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Ensino da Matemática | por |
| dc.subject | Praticas de ensino exploratório | por |
| dc.title | Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia | por |
| dc.type | article | por |
| degois.publication.firstPage | 255 | por |
| degois.publication.lastPage | 266 | por |
| degois.publication.title | Investigação em Educação Matemática – Práticas de ensino da Matemática | por |