O fio do Discurso e o Minotauro
| dc.contributor.author | Jorge, Carlos Jorge Figueiredo | |
| dc.date.accessioned | 2012-01-31T01:59:20Z | |
| dc.date.available | 2012-01-31T01:59:20Z | |
| dc.date.issued | 2005 | |
| dc.date.updated | 2012-01-25T20:46:04Z | |
| dc.description.abstract | De um modo geral, o que ao longo dos textos aqui apresentados defendemos, é uma posição de hermenêutica, praticada em sentido forte: não tanto a leitura para compreensão de um objecto singular, mas leitura orientada para o fortalecimento da teoria que possibilita a leitura mais poderosa e rica desse objecto e, em consequência, de outros que com ele se identificam no plano de uma maior generalização. Explicando-nos melhor, procuramos tirar o máximo proveito do “conflito” que existe “entre a abordagem analítica e abordagem interpretativa” (Casetti, 2000: 20). Da fundamentação interpretativa (a que, muitas vezes, de modo empobrecedor, quanto nós, se reduz a hermenêutica) procuramos desenvolver o “diálogo entre o estudioso e o seu objecto do seu estudo, como um colóquio capaz de modificar progressivamente os dois protagonistas”, o empenho, na leitura, do uso de “métodos que, sem serem had hoc, se deixam influenciar pelas peculiaridades do campo de investigação” ou pela estrutura evidenciada pelo objecto em causa, e o pendor a deixar-nos arrastar pela inesgotabilidade das perguntas que o objecto suscita, dado que este é “uma realidade aberta, irredutível a fórmulas fixas e sempre capaz de revelar zonas obscuras e recônditos imprevisíveis” (Casetti). No entanto, parece-nos evidente que o exercício pleno da hermenêutica não é possível sem a prática da prospecção a partir de conceitos já bem determinados - de métodos previamente propostos pelos sistemas teóricos mais ou menos formalizados e organizados - e sem ter o objectivo de constituir uma quadro o mais exaustivo possível dentro das perspectivas teóricas convocadas – embora sabendo sempre que tais perspectivas são parciais, susceptíveis de se mostrarem insuficientes e, portanto, admitindo sempre que o quadro a construir vai ter valor relativo. | por |
| dc.identifier.authorbook | nao | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Jorge, Carlos Jorge Figueiredo. O fio do Discurso e o Minotauro, ed. 1ª, 1 vol.. ISBN: 972-8779-28-3. Lisboa: Apenas Livros, 2005. | por |
| dc.identifier.editorbook | sim | por |
| dc.identifier.isbn | 972-8779-28-3 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/4680 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Apenas Livros | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Literatura | por |
| dc.subject | Literatura Comparada | por |
| dc.subject | Poética | por |
| dc.subject | Cultura de Massas | por |
| dc.subject | Imagem | por |
| dc.subject | Dialogismo | por |
| dc.title | O fio do Discurso e o Minotauro | por |
| dc.type | book | por |