Filosofia para Crianças: Textos e Prática em Portugal

dc.contributor.authorSantos, Maria Teresa
dc.contributor.editorKennedy, David
dc.contributor.editorKohan, Walter
dc.date.accessioned2013-01-31T14:42:13Z
dc.date.available2013-01-31T14:42:13Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractFilosofia para Crianças ocupa um lugar importante no âmbito da Filosofia Prática, em virtude do papel central que nelas desempenha o pensamento crítico sobre o essencial da actividade humana. Em Portugal há um conjunto significativo de professores/as que investem nela, defendendo princípios próximos de Matthew Lipman ou articulando outras metodologias. Este texto dá conta de três dos últimos livros publicados na área. O primeiro – Só os Cães Falam. Dias de abandono (Alice Santos: 2009) – reúne 15 contos que alargam o princípio de igualdade, aplicando-o aos animais não humanos, segundo o imperativo ético Peter Singer. O segundo livro resultou da concretização de um projecto de aplicação do programa de Filosofia para Crianças em sete das ilhas do arquipélago açoriano. O título é CRIA: Um Projecto de Filosofia para Crianças (Gabriela Castro, Berta Pimentel Miúdo, Magda Costa Carvalho: 2010). O último livro intitula-se Brincar a Pensar.? Um Manual de Filosofia para Crianças (Dina Mendonça: 2011) e é constituído por um conjunto de histórias, seguidas de exercícios vários, úteis na preparação de sessões de FpC. No seu conjunto, os três livros mostram diferentes possibilidades de estratégia, ludicidade e criatividade, consoante o seu propósito e destinatários, no contexto da comunidade de investigação. Da leitura efectuada levantam-se duas questões. Uma, diz respeito à relação entre FpC e literatura. Que textos podem servir de suporte às sessões?; qual a estrutura textual que melhor se adapta às sessões?; que propostas alternativas à novela lipmaniana? A outra questão aborda a configuração curricular de FpC e mostra como os três livros adaptaram a proposta curricular de Lipmann e de Ann Sharp a contextos precisos, seleccionando materiais variados e coerentes. No final, para uma visualização global e articulada, transpõe-se para um quadro os três modelos de montagem das sessões de Filosofia para Crianças e que correspondem a possibilidades metodológicas derivadas de práticas individuais avulsas.por
dc.identifier.authoremailmsantos@uevora.pt
dc.identifier.citationSantos, Maria Teresa, “Filosofia para Crianças: Textos e Prática em Portugal”, Philosophy and Childhood. A journal of the international council of philosophical inquiry with children, vol. 8, n.º 15 (jan./jun.), 2012, pp. 197-218. ISBN: 1984-5987por
dc.identifier.isbn1984-5987
dc.identifier.numrev15
dc.identifier.pagina197-218
dc.identifier.revistaPhilosophy and Childhood. A journal of the international council of philosophical inquiry with children
dc.identifier.scientificarea316por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8253
dc.identifier.volume8
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherPhilosophy and Childhoodpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectFilosofia para Criançaspor
dc.subjectBibliografia de Filosofia para Criançaspor
dc.subjectPráticas de Filosofia para Crianças em Portugalpor
dc.titleFilosofia para Crianças: Textos e Prática em Portugalpor
dc.typearticlepor

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